Na praia, pela Lagoa, nas plateias de shows, no metrô, pendurado na bicicleta… Você certamente já viu muita gente andando por aí carregando um bambolê consigo.  Desde meados do ano passado, essa brincadeira de criança passou a ser aderida por gente grande e ganhar um outro aspecto: o da dança e do exercício físico. “Tem toda a diversão e a leveza que bambolear trás e, além disso, é um baita exercício”, conta Isabella Aurora, de 21 anos, que pratica há cerca de um ano.

Isabela Aurora bamboleando

Isabela Aurora bamboleando. É um show!

Fernanda Libman tem 19 anos e entrou nessa onda de rodar o bambolê há quase dois anos. Na época, saiu à procura de lugares que vendessem bambolês e não achava em lugar nenhum. A solução? Fazer o seu próprio! Comprou o tubo de polietileno, fitas de cetim supercoloridas e montou o seu. Não demorou pra amigos e conhecidos (e depois, desconhecidos) chegassem até ela atrás de bambolês de qualidade e coloridos.  Daí, surgiu a Balaio (https://www.facebook.com/daBalaio), que passou a vender para todo mundo que quisesse se jogar nesse divertido exercício.

bambole no Rio de Janeiro

Exercício, sim, senhor: uma hora de prática pode queimar até 600 calorias. Além de, claro, trabalhar a elasticidade, a concentração e o ritmo. Uma ótima alternativa pra quem quer fugir de exercícios monótonos ou em lugares fechados! Como elas mesmas gostam de dizer: “Bamboleie-se!”.

a arte de bambolear

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