Exposição do Prêmio Marcantonio Vilaça chega ao Rio de Janeiro

28 de julho de 2018

A partir do próximo dia 20 de julho, o Museu Histórico Nacional, no Centro do Rio de Janeiro, receberá três exposições do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, que já se consolidou como o mais relevante realizado no país, no desenvolvimento, valorização e divulgação da produção contemporânea brasileira. Criado em 2004, em suas seis edições, o Prêmio, atualmente com curadoria de Marcus Lontra, já contemplou 30 artistas e três curadores com bolsas de trabalho para a produção de obras, que circularam por várias cidades em exposições itinerantes.

No Museu Histórico Nacional, o público poderá conhecer os trabalhos dos cinco artistas premiados nesta edição: Daniel Lannes (RJ), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), Pedro Motta (MG) e Rochelle Costi (SP), além da exposição “Verzuimd Braziel – Brasil Desamparado”, do curador premiado Josué Mattos, com trabalhos de outros dezessete artistas. Quem passar pelo Museu Nacional verá ainda a mostra “A Intenção e o Gesto”, com obras do artista cearense Sérvulo Esmeraldo (1929-2017), homenageado dentro do projeto Arte e Indústria.

DANIEL LANNES - Cúpula 2016, acrílica e óleo s lona, 180 x 250 cm Foto Isaias Martins

DANIEL LANNES – Cúpula 2016, acrílica e óleo s lona, 180 x 250 cm Foto Isaias Martins

Com curadoria geral de Marcus Lontra, a 6ª edição do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (2017-2018) recebeu inscrições de 637 artistas e curadores de todas as regiões do Brasil. Cada um dos cinco artistas vencedores recebe uma bolsa de R$ 50 mil para a produção de seus trabalhos, e o curador uma bolsa no valor de R$ 25 mil. As três exposições que chegam agora ao Museu Histórico Nacional, no Rio, já estiveram em Brasília, Goiânia e Fortaleza, e seguem depois para Florianópolis.

“O Prêmio é uma homenagem da indústria a Marcantonio Vilaça, um dos principais responsáveis pela institucionalização e projeção internacional da arte contemporânea brasileira”, destaca Marcus Lontra. “Colecionador e galerista, Marcantonio foi reconhecido como a principal referência do mercado latino-americano de arte nos anos 1990. E é em coerência com essa história que o Prêmio se constitui uma ferramenta de apoio à difusão e à articulação da produção artística brasileira em toda a sua força e variedade expressiva”, afirma.

PEDRO MOTA - Naufrágio Calado 6 2016, Fotografia - impressão de tinta mineral em papel de algodão, 100 x 78 cm. Foto Acervo do artista

PEDRO MOTA – Naufrágio Calado 6 2016, Fotografia – impressão de tinta mineral em papel de algodão, 100 x 78 cm. Foto Acervo do artista

O Prêmio também se destaca pela ênfase no programa educativo realizado em paralelo às exposições, que contempla visitas mediadas, cursos, ateliês e ações poéticas direcionadas aos diversos públicos que frequentam as mostras, como professores, alunos das redes públicas e particulares, estudantes universitários e famílias. As visitas podem ser agendadas pelo telefone (21)3299-0361 ou pelo e-mail [email protected]

FERNANDO LINDOTE - A Imperatriz Antropófaga 2018, Óleo sobre tela, 200 x 200 cm Foto Guilherme Ternes.

FERNANDO LINDOTE – A Imperatriz Antropófaga 2018, Óleo sobre tela, 200 x 200 cm Foto Guilherme Ternes.

Exposições do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas

Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro

Praça Marechal Âncora s/n°, Centro, CEP 20021-200

Terça a sexta-feira, das 10h às 17h30

Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h

Telefones: 21.3299-0324

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