Eles já estavam espalhados pelo mundo todo e chegaram no Brasil em junho, pouco antes da Copa, causando polêmica. Discretamente, foram crescendo e agora estão se consolidando como uma alternativa de transporte aos táxis comuns. Uber é o nome deles. Uma empresa que, através de um aplicativo, conecta motoristas profissionais a passageiros.

 

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De acordo com a empresa, que é referência em modelos de “economia compartilhada”, a ideia é oferecer uma alternativa de transporte seguro e conveniente, a qualquer hora do dia ou da noite. A certeza de que vai ter alguém para dar “carona” vem da tecnologia que eles desenvolveram. “Somos uma plataforma de tecnologia, não uma frota de carros, tampouco empregamos motoristas”, explica o diretor de comunicação da Uber, Lane Kasselman.

 

Ele diz isso porque muito da polêmica que se gerou com a chegada deles vem por parte dos taxistas, que ficaram zangados com a chegada da concorrência – segundo uma lei federal de 2011, os taxistas detêm a exclusividade do transporte individual de passageiros. Para Kasselman, isso não importa porque “somos uma indústria totalmente nova e as leis em vigor não consideram essa tecnologia”.

 

Na prática, o passageiro se cadastra, informando o cartão de crédito ou conta do PayPal. O motorista deve ter carteira profissional e um carro “de luxo”, lançado no máximo, desde 2009. Eles são conectados pelo app e o valor é calculado – geralmente custa em torno de 30% a mais do que os taxis comuns e, pronto, está feita a conexão. A ideia por trás da Uber é o compartilhamento, que tanto vem sendo falado em diversas áreas – e só tende a crescer, para sorte de todos.

 

 

  • JOSE EDECIR BRESSAN

    27 10 2014

    Está idéia é maravilhosa más fica uma pergunta,como que a questão de um mês atráz foi preso três carros em S.Paulo=
    pela Prefeitura?

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